Natal e Consumismo: Como evitar?

O Natal e as festas de fim de ano definem a época do limite do cartão estourado e até as dívidas. A tradição e necessidade de trocar presentes nessa data pode acarretar um consumismo desenfreado, que se perde no meio de boas intenções e costumes. Teria então o Natal perdido sua essência? 

A ideia de ter que comprar um presente não muito barato para várias pessoas deixa qualquer um nervoso. O fato de precisar de roupas novas para as celebrações também ocupa a cabeça de muita gente. Não ter uma condição financeira tranquila para realizar essas reuniões afeta diretamente as emoções das pessoas, já que o fim do ano tecnicamente representa uma época de solidariedade e felicidade, apesar de não ser um tempo necessariamente feliz para todos – de acordo com o antropólogo Bertolli

Para não perder o controle e evitar a falência nessa época do ano, é importante montar uma lista do que irá comprar e estabelecer o orçamento. Após isso, é fundamental pesquisar e comparar os preços, já que desse modo é possível presentear um número maior de pessoas a um melhor custo benefício. E, por fim, não comprar impulsivamente é a melhor opção para um bom fim de ano sem começar 2022 no vermelho.

O filme “O Grinch” ilustra todo esse sentimento de perda do espírito natalino para um lado completamente material e consumista, e ao longo da história demonstra a recuperação do Natal em sua essência e alma de toda a população da Quemlândia. “Talvez o Natal não venha de uma loja. Talvez o Natal, quem sabe, signifique um pouco mais.” é um bom ponto de partida para aproveitar as festas de fim de ano com menor preocupação e necessidade de gastar tanto dinheiro. 

No filme “O Grinch” Cindy busca descobrir o real significado do natal. (Foto: Reprodução).

A experiência frenética do consumismo nos meses de novembro e dezembro é presente na vida da maioria das pessoas, e aumenta cada vez mais – e há maneiras de remediar isso. Assistir filmes natalinos, assar biscoitos temáticos e enfeitar a casa são boas atividades para fazer com as pessoas próximas e reviver o espírito natalino morto. Assim, é possível sentir-se bem neste tempo de aproximação e solidariedade sem cair no abismo do consumismo e materialização deste feriado.

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