Conheça o lado perigoso da pornografia

A pornografia é um dos estímulos mais popularmente conhecidos. De acordo com o material produzido pelo Quantas Pesquisas e Estudos de Mercado a pedido do canal a cabo Sexy Hot, em 2018, vinte e dois milhões de brasileiros assumem consumir pornografia, sendo 76% homens e 24% mulheres. No primeiro semestre de 2020, após o início da pandemia, a Netskope, empresa americana de software que fornece uma plataforma de segurança de computador, revelou que o consumo de pornografia aumentou em 600% com o isolamento social.

A maneira como a sociedade enxerga a masturbação, principalmente a feminina, tem mudado ao longo dos anos, o que é um bom sinal se levarmos em consideração a prática saudável, responsável por diversos benefícios físicos e psicológicos. No entanto, quando falamos sobre estímulos para a masturbação, a pornografia é a vencedora apesar da existência de outros. 

De acordo com a psicóloga e sexóloga, Carolina Femenias, entre os mecanismos disponíveis atualmente, a pornografia, talvez, seja o menos saudável. Isso porque estudos apontam diversos riscos decorrente do consumo, além de diversas queixas identificadas em sua clínica, como a idealizações de relações sexuais – que provavelmente não serão alcançadas em um contexto real; dependência exclusiva desse recurso para obter prazer; prejuízos sociais e de rotina em áreas importantes da vida devido ao tempo gasto no consumo de pornografia; menor percepção das necessidades e do prazer da parceira (o), entre outros. “Alguns recursos exploram mais a criatividade e até mesmo a percepção de gostos ou desgostos, visto que a pessoa pode ter maior liberdade para incluir ou adaptar o estímulo, diferentemente do pornô, que é apresentado “pronto””, afirma a sexóloga. 

Outro grande problema, dificilmente percebido pela sociedade é o vínculo entre a pornografia e a violência, geralmente contra mulheres. Além de inúmeros relatos de atrizes e atores pornôs fora das câmeras sobre abusos sexuais sofridos durante as gravações, a tendência é sempre colocar a mulher na posição de um objeto usado apenas para o prazer do homem. A página Recuse a clicar, disponível em diversas redes sociais é uma tentativa de combate a pornografia, a exploração sexual e ao abuso infantil. Com mais de 69 mil seguidores no instagram, a conta produz diversos conteúdos relevantes sobre o tema e, inclusive, histórias anônimas de seguidores. Em um dos relatos publicados em janeiro de 2021, uma mulher que trabalha com depilação e clareamento, afirma com convicção que a cultura da pornografia está fazendo com que meninas, cada vez mais, odeiem seu pelos e suas vulvas. Homens também a procuram querendo saber da possibilidade de deixar os testículos e virilha mais brancos.

 A idealização dos corpos, principalmente femininos, também é um dos perigos da pornografia. Mulheres e homens se recusam a se olharem no espelho ou não conseguem ter uma vida sexual sadia por acreditarem que o corpo ideal é o exposto nos vídeos, ou seja, um corpo praticamente inexistente. Essa pressão estética traz consigo diversos distúrbios mentais- como a ansiedade e a depressão- e sintomas físicos, como a aderência a dietas restritivas, as quais, muitas vezes, culminam em transtornos alimentares.A pornografia, por mais que popularizada carrega diversos problemas para vida de mulheres e homens. Combater o seu consumo frenético é necessário para o desenvolvimento de uma sociedade sadia. No entanto, nos últimos anos, com a evolução dos estudos feministas, uma nova proposta surgiu: o pornô feminista. Com o objetivo de uma alternativa ao pornô tradicional que visa entreter majoritariamente o público masculino, o pornô feminista tem o objetivo de tornar a mulher protagonista. Desde toda a equipe por trás das câmeras ser composta por mulheres, o novo projeto busca uma variedade de corpos no elenco para fugir dos esteriótipos do pornô convencional, além de inúmeras outras propostas. Portanto, deixo meu questionamento, será mesmo possível a existência de um pornô feminista saudável?

Masturbação Feminina: Do Tabu ao Conhecimento

A masturbação, ato de buscar prazer com seus próprios estímulos, não é um assunto novo para ninguém. No entanto, em pleno século XXI, ela ainda é motivo de insegurança e vergonha para muitos, principalmente quando estamos falando sobre mulheres. Vista como algo normal e natural na evolução do gênero masculino, a masturbação feminina foi e ainda é considerada suja quando praticada. Isso tudo porque o tema carrega uma questão histórica que reflete até hoje na maneira como a sociedade enxerga a prática nas mulheres. 

Desde as primeiras representações da sexualidade feminina, a mulher sempre teve um papel “desprezível”, como se fosse criada exclusivamente para seguir um padrão de conduta: ser mulher do homem, auxiliar o homem, preservar o casamento, procriar e ser responsável pelo cuidado dos filhos e marido. Podemos observar esse padrão em diversos momentos como na bíblia, com Eva e Maria e na Grécia, onde as mulheres não eram nem consideradas cidadãs, mas servas sexuais dos homens e geradoras de filhos saudáveis.

Na idade média, isso não mudou. Segundo a psicóloga e sexóloga Cristiane Soares Campos Yokoyama, no artigo “O nada”- um passeio pela masturbação feminina na perspectiva da história, publicado na revista brasileira de sexualidade humana, médicos e filósofos condenavam a masturbação sob o ponto de vista ético e moral, por entenderem que a ejaculação deveria ser somente direcionada para a reprodução. Os que tentassem buscar o prazer através do contato com seu próprio corpo eram considerados hereges, ou seja, traidores aos dogmas da religião predominante na época. 

A partir do século XIX, a prática da infibulação feminina, ou seja, a costura dos lábios vaginais deixando um espaço apenas para a passagem da urina e da menstruação, tornou- se comum. Com isso, não existia espaço de prazer para mulher, ficavam restritas ao cuidado com a saúde e bem estar da família, enquanto os homens tinham o direito de aproveitar dos prazeres sexuais. 

A masturbação feminina é um grande tabu. (Imagem: Reprodução).

De acordo com a pesquisa, Mosaico 2.0, conduzida pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, divulgada em 2017, dos três mil participantes ouvidos, entre 18 e 70 anos, cerca de 40% das mulheres do país não se masturbam e dessas, 19,5% nunca experimentou a prática. Já entre os homens, apenas 17,3% não se masturbam e 82,7% adotam a prática. 

Apesar de uma grande evolução no tratamento do assunto ao longo dos anos, ainda é notável a desigualdade de gênero. Para Carolina Feitosa Femenias, psicóloga especializada em sexologia, muitos movimentos causaram e ainda causam pressões que são, sem dúvidas, essenciais para mudar a maneira em que a sexualidade feminina é vista. “A mudança é perceptível, mas ainda não é generalizada e infelizmente ainda não é realidade para todas as mulheres, sobretudo para quem não tem acesso às informações e recursos confiáveis e de qualidade”, ressalta Carolina. 

Além da associação do autoprazer ao sentimento de culpa, vergonha e pecado, outra causa dessa visão deturpada é justamente a propagação de informações falsas. Durante anos, persistiram diversos mitos sobre os efeitos físicos e psicológicos da masturbação, os quais persistem até hoje com a intenção de reprimir o ato. Impotência, epilepsia, loucura, ansiedade e depressão eram e ainda são julgados como efeitos prejudiciais e malignos da masturbação. 

No entanto, atualmente estudos mostram que o ato de masturbar-se traz mais benefícios do que problemas. Em entrevista a Frenezi, Carolina Femenias ressalta alguns dos benefícios provindos da mastrubação, como a ativação da musculatura da região pélvica e a liberação de hormônios, como a dopamina (um dos principais hormônios da felicidade), endorfina (analgésico natural, reduz o estresse), ocitocina (também chamado de “hormônio do amor”), testosterona e prolactina (sistema imunológico). Apesar dos benefícios citados, a sexóloga acredita que o maior deles seja o autoconhecimento e ressalta que “acredito que quando a mulher percebe as potências que seu corpo tem, além das mais variadas possibilidades de obter prazer, ela se sente muito mais autoconfiante e isso reflete em como ela se comporta também”. 

Para a sua prática, são diversas as formas, cada pessoa terá respostas sexuais individuais, cada mulher é única. No entanto, o uso de vibradores se tornou o favorito nos últimos anos. De acordo com a pesquisa do portal Mercado Erótico, em maio de 2020, a venda de vibradores aumentou 50% desde o ínicio da quarentena. Segundo a sexóloga Carolina, é preciso se atentar à indústria sexual feminina, pois ao mesmo tempo que existem produtos bons com certificações e testes, existem aqueles que não são seguros e portanto, buscar produtos de marcas sérias e que disponibilizem as informações de segurança nas embalagens ou sites é essencial. 

O uso de vibradores se tornou o favorito nos últimos anos. (Imagem: Reprodução).

Outra dica dada pela sexóloga é em relação a empresas que estão interessadas em vender e não com a saúde íntima das clientes. “Alguns produtos do mercado não são indicados para a região íntima, como, por exemplo, os desodorantes Íntimos.  Muitas ginecologistas alertam para possíveis infecções, além de ser um produto com intuito de deixar a vulva com cheiros que não são característicos dela”, informa. Esses produtos além de danosos à saúde, causam inseguranças no corpo feminino já que passam uma sensação de inadequação do corpo. A região íntima tem cheiro próprio e as pessoas precisam aceitar isso.

Apesar de todas essas mudanças gradativas, o que podemos considerar uma vitória, as mulheres se masturbam menos e possuem mais dificuldade de assumir o prazer. Isso acontece porque as mulheres carregaram e ainda carregam a falsa ideia de que nosso corpo foi feito exclusivamente para satisfazer homens e gerar vidas, reprimindo a nossa própria sexualidade. Hoje, deixando a perspectiva histórica de lado, o autoprazer é visto mais do que uma tentativa de chegar ao orgasmo, mas sim uma chance de autoconhecimento e empoderamento da mulher.

Hábitos saudáveis para melhorar sua alimentação em 2022

Em quase dois anos de pandemia, a saúde tem sido um tema bastante discutido. Manter nosso corpo e mente em harmonia em tempos tão desafiadores é essencial. Para isso, além da saúde mental, a saúde física também reflete muito em nosso bem-estar. Praticar exercícios físicos e ter uma alimentação saudável são as principais fontes de cuidado com o nosso corpo. No entanto, sabemos que nem sempre é fácil manter tudo balanceado. 

Algo muito costumeiro em nossa sociedade que acaba, muitas vezes, atrapalhando a inserção duradoura de hábitos saudáveis em nossa rotina, é a mania das dietas. Dietas de todos os tipos e, em sua maioria, dietas extremamente restritivas. Para a nutricionista e terapeuta nutricional, Julia Marques, a única maneira de ser realmente saudável é ficar longe de dietas restritivas, já que o bem estar e a saúde mental não existem quando alguém está inserida nelas. “Se privar de comer o que gosta, porque acredita não ser saudável ou por motivo estético é negligenciar a própria saúde”, esclarece ela.  Para auxiliar na construção de novos hábitos saudáveis, Julia deu algumas dicas para tornar sua rotina de alimentação saudável sem precisar de dietas restritivas. Vamos lá?

Invista no autoconhecimento

separe um tempo para entender o que precisa ser mudado. (Imagem: Reprodução)

O primeiro passo é fazer uma pequena reflexão para avaliar como é a sua relação com a comida (se comete exageros alimentares, se evita comer algum alimento por crenças, se tem medo de comer demais ou de menos) e com seu próprio corpo (se você se enxerga como é, se tem compaixão e respeito pelo seu corpo). Após isso, saberá exatamente o que precisa de atenção e mudança, pode ser desde aprender a incluir vegetais na alimentação, sem enxergar isso como dieta ou então reduzir os exageros alimentares entendendo o motivo que faz isso.

Uma porção de fruta ao dia

Frutas são uma ótima fonte de vitaminas. (Imagem: Reprodução)

Para quem ainda não está acostumado a comer frutas diariamente , a dica é ir incluindo aos poucos, sendo o primeiro passo, o consumo de uma porção de fruta ao dia em qualquer horário. Frutas são grandes fontes de vitaminas, auxiliam na prisão de ventre, dão energia, são antioxidantes, atuam como calmantes entre outros diversos benefícios. 

Legumes são importantes 

Os legumes são seus verdadeiros aliados. (Imagem: Reprodução)

Abóbora, batata, berinjela, beterraba, chuchu, mandioca, pepino, quiabo, vagem, tomate… São diversos os tipos de legumes que você pode incluir em sua alimentação, mesmo que incluído em outras preparações, como ensopados e macarrão com molho. Além de serem fontes de muitos nutrientes, eles ajudam na coagulação sanguínea, regulam a pressão arterial, dão mais disposição e previnem o envelhecimento precoce. 

Aumente seu consumo de água

A água é fundamental para o funcionamento do nosso corpo. (Imagem: Reprodução)

A água é um dos elementos mais importantes para a nossa vida e, por isso, seu consumo é obrigatório. A nutricionista recomenda o seu aumento aos poucos, a cada semana. “Baseado no que ele já faz diariamente, não é sustentável a longo prazo, por exemplo, um indivíduo que mal consegue beber 1 litro de água por dia, colocar uma meta de 2 litros. Se você bebe 1L, amanhã tenta beber 1 litro e 100ml e daí por diante”, explica Julia.

Começar a construir hábitos é desafiador, mas inseri-los aos poucos sem metas impossíveis é o pontapé inicial para uma alimentação saudável duradoura. Outra dica indispensável, é sempre manter os exames e as consultas médicas em dia. Além disso, é sempre importante lembrar que cada caso é um caso, por isso, se possui alguma dúvida, procure um profissional especializado.

Previsões Astrológicas para 2022

Por Jacqueline Cordeiro

Com Vênus em Capricórnio até 4 de março, podemos esperar de modo geral alguma calma, descanso e harmonia pela sua natureza pacifista e, assim,  podemos aproveitar para calmamente organizar a nossa vida e o nosso ano. Porém, em janeiro, Mercúrio ficará pedindo responsabilidade e planejamento. Mercúrio (em Aquário) é rápido e nos traz urgência e aumenta nosso lado crítico e racional. Hora de pensar diferente e fazer escolhas por nós próprios. Não copiar ou imitar ninguém. Além disso, podem emergir coisas escondidas, que  podem ser reveladas, o que pode tornar este novo ano mais complexo. Mercúrio pede também responsabilidade pelas escolhas. Tudo sem  acusações, falsidades ou  dogmatismos.

Com Júpiter em peixes, surgem questões religiosas e quebra de tabus. 2022 é um ano de colheita do que plantamos em 2021 e Mercúrio ativa tudo: comunicações, acusações e devolve as palavras onde antes havia silêncio. Mercúrio diz que tudo são escolhas e que tudo se baseia no nosso livre arbítrio.

Saturno em Aquário, desde dezembro de 2020 até março de 2023, vai  modernizar a sociedade, trazendo uma nova mentalidade, novos valores. Reforçará a informática, a web, as redes sociais e possivelmente, também, novos vírus e variantes, mas também novos e eficazes tratamentos.

Os três primeiros meses serão canalizados para a valorização da família e relacionamentos. Vênus  em Capricórnio colocará foco em amores baseados em interesses ou que sobrevivam apenas baseados em aparências ou dinheiro. Hora de aproveitar  estes momentos para desfrutar com nossos queridos,  mas atenção a não gastar agora e depois poder faltar mais no fim do ano, momento que vai pedir a todos mais resiliência.

A partir de março tudo muda, o ritmo acelera. Para não ficar meio barata tonta, atenção ao que planejou antes. É um ano para trabalhar a comunicação mais direta, assertiva. Em março e abril, Marte em aquário empurra para a uma ação voltada para o coletivo. Julho e agosto, Marte em Touro se une a Urano e desafia Saturno, o que pode trazer profundas crises financeiras. Surgem avanços nas áreas da saúde, não só mais informações quanto ao COVID como outras descobertas, podendo no entanto surgir novas variantes.

Em 2022 teremos oito planetas retrógrados (Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão).

O nodo lunar norte estará em Touro, de 18 de janeiro a 17 de julho de 2023, o que mexe com a necessidade de concretização, necessidade de ter resultados pela matéria, pelo trabalho, pelos rendimentos e com a resiliência necessária. Pede a todos nós maior firmeza, buscar situações mais sólidas e reais.

Júpiter em Peixes até maio traz também mais solidariedade, espiritualidade e redescoberta do eu. Música, artes, religião, esoterismo e cinema crescem. Haverá mais sonhos, mais viagens. Também mais vacinas. Peixes traz cura. 

Júpiter ativa as questões religiosas mas também políticas. Depois Júpiter entra em Áries de 10 maio a 28 de outubro,  trazendo mais ação, independência e crescimento mas também mais individualismo e estresse.

Podemos considerar o ano de 2022 desafiador mas com grandes transformações e mudanças.

Plutão, que está em Capricórnio desde 2008, fica até 2023, quando entra em Aquário. Porém, podemos considerar que em 2022 ele já dá sinais de que é preciso mudar e essas mudanças não são suaves.

SIGNO A SIGNO

5 Rituais para começar 2022 da melhor forma possível, de acordo com a astróloga Jacqueline Cordeiro

Depois de quase dois anos de pandemia e um 2021 bem pesado, nada melhor do que iniciar o próximo ano com o pé direito, não é mesmo? E para um 2022 de coisas boas e muita leveza, a colunista, escritora e astróloga, Jacqueline Cordeiro (conhecida no instagram como Jake Astróloga), ensinou 5 rituais para atrair proteção, amor, fartura, prosperidade e sonhos neste próximo ano. Vamos conferir?

foto: Reprodução

Ritual de proteção 

No dia 31 de dezembro, às 18:00, prepare um banho de arruda e losna (ervas protetoras). Tome um banho normal e depois jogue as ervas dos ombros para baixo. É interessante passar a virada com alguma peça de roupa na cor verde ou usar o cristal, ágata verde, para fazer uma blindagem energética de corpo.

Ritual do amor

Às 18:00, no dia 31 de dezembro, horário das almas, pegue 8 rosas, tire as pétalas e tire todo o metal do corpo (acessórios). Coloque água para amornar e coloque 2 gotinhas de essência de baunilha ou essência de laranja. Depois que a água estiver morna, retire do fogo, jogue as pétalas. Abafe por 30 minutos. Coa a água e tome um banho, após o banho normal, do ombro pra baixo. Na virada use peças na cor rosa e o cristal quartzo rosa. 

Ritual da fartura

Faça um bolo no dia 30 ou 31 de dezembro. O bolo deve conter os seguintes ingredientes: farinha, ovo, fermento, leite, mel, pedaços de maçã (energia de união) e  uva passa pretas ou brancas, pois elas são o símbolo da fartura. Enquanto estiver mexendo o bolo, no sentido horário, pense na prosperidade, na abundância e na fartura. No dia 31, após as festividades, corte o bolo e distribua para todos na festa.

Ritual da prosperidade

Compre romã e deixe o partido. Na virada coma 3 sementinhas e guarde as sementes na carteira. Após 1 ano,  plante essas sementes em um jardim ou em um vaso para atrair prosperidade.

Ritual dos sonhos

No dia 22 de dezembro, pegue uma cartolina branca e faça um círculo grande e dentro dele, outro círculo pequeno. Divida ele em 12 partes. Em cada parte, coloque uma palavra que você busca (ex: viagem, carro novo, amor…) e cole a imagem desse desejo na cartolina. Guarde ele dentro do seu guarda-roupa durante 1 ano e a cada desejo realizado, faça um X e escreva ao lado: gratidão.

Minha faculdade é em São Paulo, e agora? Conheça três residências estudantis sem burocracia para viver em São Paulo

Quem mora ou já morou em São Paulo sabe o quão difícil é conseguir alugar um apartamento. O processo exige muita paciência, já que a burocracia é grande, além dos preços, os quais, dependendo da localização, são absurdos. Nos últimos anos chegou ao Brasil os chamados Coliving, moradias com espaços compartilhados visando a interação de seus moradores. 

Em São Paulo, hoje, são diversos os tipos de residências estudantis que estão espalhadas pela cidade, facilitando o processo de moradia de milhares de estudantes. Sua principal característica é o processo simplificado de aluguel, dando adeus à busca de fiadores e à espera para preencher a vaga de quem está indo embora. Para você estudante que vai começar o primeiro ano da faculdade ou você que já está na faculdade, mas procura um melhor estilo de vida, aqui estão os três principais Co-livings na cidade de São Paulo. Vem conferir:

Uliving Student Housing

A Uliving, considerada a maior rede de student housing do país, é a pioneira e chegou ao Brasil em 2012. Atualmente, ela conta com três unidades em São Paulo (com a quarta unidade prevista para 2022), uma no Rio de Janeiro, uma em Santos e uma em Campinas. As três unidades na cidade de São Paulo, se localizam nos bairros: Jardins, Paulista e no Centro. São diversos os tipos de apartamentos mobiliados, atendendo à moradia compartilhada ou à quem gosta de morar sozinho, oferecendo aluguel 100% digital, sem necessidade de fiador e tudo em uma mensalidade única (boleto mensal). Entre os serviços e benefícios oferecidos estão: wi-fi, recepção e portaria 24 horas, restaurante, coworking, eventos de integração, sala de estudos, estacionamento, espaço multifuncional, lavanderia pay-per-use (você paga o que você usa) e cozinhas compartilhadas. Conheça mais sobre a Uliving aqui.

Share Student Living

Assim como a Uliving, a Share Student Living possui o mesmo propósito: facilitar o processo de aluguel de apartamentos com contratos curtos e sem fiador. Estreada no Brasil em 2018, ela conta com três unidades em São Paulo, nos bairros da Consolação, no Butantã e na Vila Mariana. A moradia também possui apartamentos para diversos gostos, studios individuais e compartilhados, além de todos serem mobiliados. Entre os serviços e benefícios oferecidos estão: lavanderias pay-per-use, estacionamento, bicicletário, sala de estudos, coworking, sala de jogos, piscina, academia 24 horas, wi-fi de alta velocidade e recepção e segurança 24 horas. Conheça mais sobre a Share Student Living aqui.

Kasa Co-living

Apesar de também oferecer um processo desburocratizado de locação, o Kasa Co-living é uma moradia voltada para um público mais generalizado, não focado apenas em estudantes. Localizada na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, a residência foi inaugurada em 2018 e possui variedade nos tipos de apartamentos, sendo eles individuais ou compartilhados, mas com todos os banheiros e cozinhas privativas. Entre as vantagens estão: academia, serviço de concierge, serviço de garagem, coworking, vending machine (máquina que oferece alimentos e bebidas 24 horas), solário, hamburgueria, portaria e segurança 24 horas, lavanderia, wi-fi e espaço multifuncional. Conheça mais o Kasa Co-living aqui.

Sair de casa para se mudar para outra cidade, longe de todo mundo pode parecer bem assustador. No entanto, as residências estudantis estão aí para isso, proporcionando o melhor estilo de vida com o propósito de vida em comunidade. Além de preços acessíveis e um espaço preparado para o universitário, você ainda pode conhecer pessoas do mundo todo. Vale a pena viver essa experiência!

5 dicas para ter uma rotina matinal e deixar seus dias mais produtivos

Na maioria das vezes, o cotidiano das pessoas demanda tarefas que acabam caindo na rotina pelo simples fato de se repetirem com frequência durante a semana. Seja no trabalho, na escola ou na faculdade, o termo “rotina” pode parecer enjoativo para muitos. No entanto, a criação de uma, além de ser fundamental para a organização pessoal, pode trazer inúmeros benefícios para a saúde mental.

A rotina matinal se torna umas das mais importantes, já que as manhãs são as primeiras horas do dia, então nada melhor do que começar com o pé direito. Para a psicóloga e pedagoga Katia Lucas Rosa, uma rotina matinal pode sim trazer vantagens para o psicológico, mas a rigidez em relação à ela não pode acontecer. “Não é porque um dia não deu para fazer algo da rotina, que o seu dia não vai ser bom. Se a gente cria um hábito e fica muito rígido naquilo, deixa de ser bom, nós precisamos de um equilíbrio”, alerta Katia.

O autoconhecimento também é um dos fatores importantes na programação diária e semanal. Entender suas necessidades e conhecer seus próprios limites se faz necessário para a criação de algo realista, concreto e não utópico. Portanto é preciso entender que não é do dia pra noite que você terá uma rotina matinal perfeita e lotada de coisas – o processo de adaptação a esses novos hábitos é lento, então a dica é ir aos poucos para criar cada vez mais consistência.

Para ajudar, a psicóloga Katia listou algumas dicas importantes para a criação de uma boa rotina matinal:

Planejar no dia anterior

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Organização é sempre um dos nossos aliados para o combate à ansiedade. A utilização de planners, bullet journal ou aplicativos pode ajudar no planejamento do seu dia e dos seus hábitos: a dica é sempre se organizar no dia anterior ou no começo da semana, assim ficará mais fácil para visualizar seus compromissos.

Meditar (se conseguir)

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A meditação é necessária para muitos, porém nem todas as pessoas conseguem realizar essa atividade. Nos dias de hoje, existem muitos aplicativos que auxiliam a prática, mas o simples parar, respirar e tomar consciência dos seus pensamentos já é o suficiente.

Atividades físicas

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Não é novidade para ninguém que exercícios físicos trazem benefícios tanto para a saúde mental quanto para a saúde física. Sua prática produz e libera a endorfina, hormônio do bem-estar, o qual estimula sensações de conforto, melhor estado de humor e alegria. Além disso, este hormônio também é responsável pela melhora nos quadros de ansiedade e depressão.

Alimentação

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O café da manhã é conhecido por ser a refeição mais importante do dia. Portanto, ter uma boa alimentação é necessário para que sua rotina matinal seja equilibrada. Além disso, outra boa dica é deixar o celular de lado durante o momento e prestar atenção no que você está ingerindo.

Caderno e uma caneta ao lado da cama

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Segundo Katia, ter sempre um caderno e uma caneta ao lado da cama pode ser essencial no seu relaxamento antes de iniciar sua rotina matinal, pois a cada lembrete do que temos que fazer no dia seguinte pode ser anotado. Assim, tiramos aquela ideia da mente e conseguimos relaxar.

Nós sabemos que nem sempre é fácil organizar tantos hábitos e compromissos – o dia tem só 24h, afinal de contas! – mas é de grande importância ter um esquema para que as obrigações não se tornem um fardo e atrapalhem a vida.

3 Tipos de Absorventes para Turbinar sua Rotina Íntima

Quando falamos sobre menstruação, os absorventes são importantes agentes em nossa rotina. Absorventes descartáveis, internos e externos já são conhecidos e estão em uso faz anos pela população feminina. Por mais que parte da população não tenha acesso, absorventes são facilmente encontrados em farmácias, mercados e conveniências, além do fato de que, quando falamos em custo-benefício, a curto prazo são mais baratos. No entanto, é preciso estar atento ao principal problema derivado do absorvente descartável: a poluição ambiental.

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Segundo o instituto Akatu, organização sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente, estima-se que uma mulher produza cerca de 200 kg de lixo durante sua vida menstrual (desde a menarca até a menopausa). Levando em consideração que o plástico é o principal material dos absorventes e que são descartados em aterros e lixões na grande maioria, sua decomposição pode durar mais de 400 anos.

Com o passar dos anos, o avanço da tecnologia possibilitou a criação de produtos íntimos que driblassem os danos ambientais e permitisse uma rotina íntima sustentável, como é o caso dos coletores menstruais, dos discos menstruais e das calcinhas absorventes. Que tal conhecer um pouco mais de cada produto e saber como incluí-lo em sua rotina íntima?

Calcinhas Absorventes

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As calcinhas absorventes são nada mais nada menos do que calcinhas com alta tecnologia de absorção de sangue sem que infle. Elas servem para mulheres que desejam algo reutilizável, sustentável e lavável sem utilizar os absorventes internos. Estreada no Brasil em 2017, as calcinhas, se higienizadas corretamente, de acordo com a indicação de cada marca, duram em torno de 3 anos, contribuindo para diminuição do descarte de lixo. Com seu sucesso, hoje são várias as marcas que desenvolvem a tecnologia, possibilitando uma variedade de tamanhos, uma adaptação para cada tipo de fluxo e diversos valores, que variam entre R$ 55,00 e R$ 109,00.

Coletores Menstruais

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Os coletores menstruais são copinhos flexíveis de silicone feitos para serem inseridos dentro do canal vaginal e coletar o sangue durante o fluxo. Por ser reutilizável, possui um ótimo preço a longo prazo, custando entre R$ 50,00 e R$100,00 com duração de 5 até 10 anos. Além de sua praticidade, os coletores são discretos, podendo ser utilizados em situações diversas, como no dia a dia e para a prática de atividades físicas. Como forma de cuidado, é importante uma higienização adequada nas mãos e no coletor (de acordo com o fabricante) antes de manuseá-lo no canal vaginal.

Discos Menstruais

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Os discos menstruais possuem os mesmos benefícios dos coletores menstruais: são reutilizáveis, coletam o sangue e são ecológicos. A única diferença presente é a sua colocação. Os discos foram feitos para serem posicionados no fundo do canal vaginal, junto ao colo do útero, deixando a vagina livre para quem deseja ter relações sexuais durante o período menstrual. No entanto, é importante lembrar que eles não são métodos contraceptivos e também não previnem doenças sexualmente transmissíveis. Seu preço varia, mais ou menos, entre R$ 60,00 e R$ 110,00.

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Segundo a ginecologista Meiry Faria Marques, não existe contraindicação ao uso dos coletores, discos ou absorventes internos. O que existe é a vontade própria da mulher em usá-los ou não. “Uma dúvida comum é se mulheres que nunca tiveram relação sexual podem ou não usar esses absorventes internos. Há quem diga que são contraindicados para essas mulheres, mas é para isso que deve servir a educação sexual, para ensinar que o sexo é muito mais que romper uma membrana, que ninguém vai saber só de olhar pra ela se ela é virgem ou não. Não, absorvente interno não “tira” a virgindade, o que faz a mulher deixar de ser virgem é sexo consentido. Portanto, quem escolhe o que vai usar durante o período menstrual é a própria mulher”, ressalta a ginecologista. 

 Infelizmente, falar sobre menstruação para muita gente ainda é um tabu. O que é apenas um fenômeno biológico do corpo da mulher, se torna motivo de vergonha, nojo e até chacota. Além da importância da naturalização do assunto para o autoconhecimento do próprio corpo, a educação menstrual se mostra necessária também quando lembramos dos benefícios sociais perantes a ela, como a sustentabilidade e o combate à pobreza menstrual que impede a distribuição de produtos de higiene íntima para parte da população. 

Para a doutora, além da importância de sempre ter uma ginecologista de confiança para esclarecer todas suas dúvidas e fazer o seu acompanhamento na rotina de saúde, o primeiro passo para incluir esses produtos na rotina de mais mulheres é falarmos mais sobre menstruação, e quebrar esse tabu. E tão importante quanto falar sobre menstruação é falar sobre higiene menstrual e para isso, precisamos conhecer as opções existentes para esse período. 

“Acredito que falando mais sobre esses assuntos, levando informações e esclarecendo dúvidas, conseguiremos melhorar a percepção que as mulheres têm sobre seus corpos, sobre seu ciclo menstrual e ainda conseguiremos produzir menos lixo, o que é ecologicamente muito bacana.”